Eu amo quotes de livros e filmes.

Os autores tem uma sensibilidade incrível de traduzir em palavras o que estamos sentindo e não sabemos expressar.
Alguns também nos fazem pensar, e foi um quote que me ajudou a superar o fim de um relacionamento.
Fonte: Tumblr.
"- Às vezes as pessoas não tem noção das promessas que estão fazendo no momento em que as fazem. - falei.
O Isaac me lançou um olhar ferino.
- Tá, tem razão. Mas você cumpre a promessa mesmo assim. Amar é isso. Amar é cumprir a promessa mesmo assim. Você não acredita em amor verdadeiro?" - A Culpa é das Estrelas

Parece ser bobinho, mas foi algo que me fez pensar.
Eu sempre fui alguém que faz tudo para um relacionamento dar certo. Sempre me doei mais do que eu deveria, sempre me entreguei de corpo e alma. E, sempre cumpri todas as minhas promessas.

E, por mais que pareça algo pequeno, promessas são algo super importantes em qualquer relacionamento.
Quando você promete algo a alguém, esse alguém espera que o mínimo que você faça seja cumprir sua promessa.
Promessas criam expectativas, que geram uma ansiedade para que se cumpram, e podem gerar uma frustração caso quebradas. 
Quando isso acontece uma vez ou outra, tudo bem, é algo perdoável e pode até ser esquecido. 
Mas se isso vira uma rotina, a frustração toma conta do relacionamento, e com o tempo a relação fica desgastada, podendo até acabar

Foi isso o principal motivo do fim do meu relacionamento.
Cada mês que se passava, aquela promessa era mantida, o que gerava uma ansiedade dentro de mim, uma expectativa imensa, até que ele resolveu que era complicado demais manter a palavra. 
Criei expectativas em cima de um compromisso que foi desfeito
E era algo muito importante, por sinal.
Além disso existiam as várias pequenas promessas que eram quebradas ao longos dos dias, geralmente por causa de compromissos paralelos ou até esquecimento, como um "falamos mais tarde" mas o jantar demorava mais do que o esperado e o mais tarde era inviável, ou "te ligo amanhã" e o amanhã nunca chegava.
Com o tempo a gente cansa de esperar.
A gente deixa de acreditar que dessa vez será diferente.
E por mais que a gente deseje crer nas palavras mais uma vez, no fundo a gente sabe que vai ser decepcionado de novo.
No final, a gente deve tomar uma atitude para acabar com aquilo, ou nos acostumamos com as decepções diárias. Não aconselho a segunda opção

Quantas promessas você já fez? E quantas você já cumpriu

Para os cristãos...
"Quando você fizer um voto, cumpra-o sem demora, pois os tolos desagradam a Deus; cum­pra o seu voto. É melhor não fazer voto do que fazer e não cumprir." - Eclesiastes 5:4-5


Tata.


Lá vem a vegetariana falar outra vez de algo relacionado a vegetarianismo.

Desde que eu me tornei vegetariana sempre tem alguém que diz coisas do tipo:
"Você deixou de comer carne, mas a mesma quantidade de animais serão mortos pelas industrias"
"O que vai acontecer é mais carne ir pro lixo, a produção não vai diminuir"

Ou quando digo que dou preferências a produtos veganos:
"Os testes em animais sempre vão existir"
"Sempre tem algo que você veste ou usa que é testado ou vem de animais"
"Você pode até parar de usar, mas não vai adiantar"

Também escuto frases mais gerais como:
"Você não vai mudar o mundo"
"Você é uma pessoa, não altera em nada"

Será que isso é verdade?
Será realmente que devo fazer algo porque todo mundo faz? 
Ou porque ninguém vai deixar de fazer?

Mas, se eu influenciar uma pessoa a se tornar vegetariano, já é alguma coisa. E se essa pessoa influenciar outra? 
E, mesmo que eu não consiga fazer alguém ser vegetariano, mas reduzir o consumo de carne, já ajuda né?

É estimado que no Brasil, cerca de 5 milhões de pessoas pratiquem o veganismo. Pouco? Talvez.
Mas, levando em consideração que um vegetariano salva em média 370 animais por ano, 5 milhões salvam 1 bilhão e 850 milhões de animais anualmente!!! 
Os números refletem bastante na industria, e quanto mais pessoas se tornam vegetarianas, menos animais serão levados ao abate.

Quanto mais pessoas preferirem produtos de marcas veganas, menos lucro as empresas que ainda fazem uso desses testes vão ter, e mais alternativas serão criadas para que não haja a necessidade de se fazer testes de laboratório em animais
Sabia que já existem pesquisas sendo feitas para a criação de modelos de pele humana? Tudo para que futuramente os animais não sejam usados de maneira impiedosa em testes de cosméticos.

O que eu quero dizer com isso é, não importa o que os outros falem, cada mínima ação que você faça contribui para um mundo melhor e com menos crueldade.
Sua decisão faz toda a diferença!

Fontes: EstadãoMedium.

Tata.


A Thais B., do blog de unhas Esmaltecos, entrou em contato comigo e disse que queria colaborar com o blog com um guest post!
Gosto muito quando vocês mostram interesse em fazer o blog crescer, só mostra o quão meu trabalho vale a pena.
Espero que vocês gostem da postagem, e se alguém quiser colaborar também, mandar alguma crítica ou elogio, é só escrever para blogjesuistata@gmail.com.

Tata.

É comum os esmaltes descascarem e deixar aquele aspecto desleixado nas unhas. Isso acaba acontecendo pelo contato constante com água, usar as unhas como ferramenta para abrir objetos ou até mesmo pela aplicação de camadas grossas de esmalte nas unhas, e outros motivos.
Como o esmalte começa a descascar pela pontinha da unha, as manicures têm um truque especial para fazer o esmalte durar mais.

Conheça a seguir os truques do curso de manicure profissional, que ajuda a deixar suas unhas bonitas por mais tempo.

Aplicar base na ponta da unha
A base cria uma camada aderente que prepara as unhas para aplicação do esmalte, ela é importante para fazer o esmalte durar mais tempo. Ao aplicá-la também na pontinha das unhas, após finalizar a manicure, faz com que o esmalte fique protegido e dure por mais tempo, sem que comece a descascar na pontinha.

É certo “frisar” a pontinha da unha?
Quando vamos ao salão é comum percebermos que as manicures têm o hábito de “frisar” a ponta das unhas, que nada mais é do que limpar o esmalte da pontinha e deixar aquela linha branca na parte de cima, pois isso faz o esmalte durar mais. Não que isso seja errado, mas nem todas as mulheres gostam dessa aparência, uma dica nesse caso é fazer o uso da base, como citamos no parágrafo acima, o top coat também ajuda a fazer o esmalte durar mais.

A base, top coat e hábito de “frisar” a pontinha das unhas, ajudam a evitar que o esmalte entre em contato com a superfície e demore a se desgastar. 
Cuidado ao lixar a ponta da unha
Saber lixar as unhas de maneira certa faz toda a diferença na duração do esmalte e fixação do mesmo. Abandone os movimentos de “vai e vem” lixando as unhas na horizontal e apenas em uma direção, isso também previne que as unhas quebrem ou lasquem os cantinhos facilmente. Quando estiver com o formato feito, coloque a lixa na vertical e movimente-a de trás para frente com o objetivo de eliminar lasquinhas que facilitem o descascamento do esmalte. 

Cuidado com o esmalte
Usar esmaltes velhos e secos, ou passar camadas exageradas pode atrapalhar o resultado final da sua manicure e causar imperfeições no esmalte, além de fazer com que o esmalte não dure. Portanto, a dica é usar base antes da aplicação para deixar as unhas uniformes, passar no máximo duas camadas de esmalte e finalizar com top coat para selar.

Caso o esmalte que escolheu seja clarinho, aplique uma camada de esmalte cintilante ao fundo para evitar manchas e imperfeições. Se o esmalte for vermelho, também vale aplicar um esmalte cinza claro ou cintilante também, antes da cor. Esse truque ajuda a dar mais intensidade e evitar manchas e imperfeições.

Com esses truques as unhas decoradas duram por mais tempo e ficam com um acabamento de manicure profissional.

E vocês meninas, tem alguma dica para fazer o esmalte durar mais? Compartilhem as opiniões conosco nos comentários.



Quando algo dá errado é meio desesperador.
Fazemos planos e planos, e de repente tudo parece desmoronar.

O término de um relacionamento muitas vezes vai ser algo que vai te dar uma sensação ruim, principalmente se não foi você quem tomou a decisão de terminar.
Terminar algo que você queria que fosse para sempre não é fácil.
Dá aquela vontade de apagar tudo o que já foi vivido, para não ficar lembrando e sofrendo, tipo naquele filme Brilho eterno de uma mente sem lembranças.
A gente pensa em todos os pontos que falhou, e o que fez de errado para acabar daquele jeito.
A gente revive cada momento, procurando por erros, que nem o Tom Hansen de (500) dias com ela.
Nos culpamos por algo que, às vezes, nem é nossa culpa.
Dá vontade de chorar, gritar, xingar...

Mas as vezes um término não é ruim, apesar de parecer ruim.
Não é porque acabou que você tem que apagar as memórias que construíram juntos.
Todo final é um recomeço, uma nova oportunidade de melhorar, de se conhecer melhor e aprender com os próprios erros.
Existem muitos motivos para um relacionamento chegar ao fim.
Talvez o sentimento tenha mudado.
Talvez os objetivos eram diferentes.
Talvez a relação tenha se desgastado.
Talvez uma das partes era muito imatura.
Talvez um não era forte o suficiente para aguentar a distância.
Talvez algum dos dois não estava preparado para um compromisso.

Existem muitos "talvez", mas não se apegue a eles.
Não tente reescrever algo que já foi escrito com caneta permanente.
Tente guardar tudo o que vocês viveram dentro de uma caixinha, e deixe lá por um bom tempo.
Quando lembrar, lembre com carinho, pense que tudo aquilo que viveram foi maravilhoso no momento que estava sendo vivido. Não se prenda à tristeza do final, mas à alegria dos acontecimentos compartilhados.
Lembre de todas aquelas frases clichês que agora fazem todo o sentido, como "que seja eterno enquanto dure", e "foi bom enquanto durou".
Seja grato por cada minuto que passaram juntos, por cada beijo, cada abraço, cada 'eu te amo'.

Como a Hazel Grace de A Culpa é das Estrelas disse:
"Não sou formada em matemática, mas sei se uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros. [...] Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso".

Dói? Dói e muito. 
Como Augustus Waters de A Culpa é das Estrelas também falou "Esse é o problema da dor. Ela precisa ser sentida".
Mas a dor passa com o tempo.
Deixe o tempo levar os sentimentos ruins e pense nas cicatrizes como experiências necessárias para te fazer crescer e se tornar uma pessoa melhor.
Algum dia, no futuro, você vai entender o motivo pelo qual precisou passar por aquilo tudo.

E, para quem é cristão, lembre-se sempre que Deus está contigo.
"Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia." - Salmos 46:1

Tata.


Sou vegetariana, como já disse algumas vezes aqui no blog, mas a verdade é que eu quero ser vegana daqui a um tempo.
Quando a gente mora com pessoas onívoras, que comem de tudo, e quando a gente não tem tempo de fazer a própria comida, é muito difícil se tornar vegano. Já foi difícil tirar os animais da minha alimentação, imagine tirar os derivados deles.
Eu também sou intolerante à lactose, então já é uma desculpa a mais para tirar pelo menos o leite da minha alimentação, mas mesmo assim é muito difícil.

Difícil porque eu não posso obrigar ninguém a cozinhar as coisas do jeito que eu quero. E, enquanto eu não tiver tempo para fazer meu próprio cardápio, tenho que comer a comida da minha mãe (não estou reclamando, a comida dela é a melhor do mundo!). Ela ainda me ajuda muito por eu ser vegetariana, cozinha várias coisas que possam substituir a carne, mas tirar todo o leite, ovos e demais derivados por minha causa é muito complicado.

Porém, eu consegui convencer minha mãe a fazer um queijo de batata que eu vi em um grupo no Facebook. E todo mundo aqui em casa gostou! Daí, minha mãe resolveu adaptar e fazer um queijo de inhame. Então, eu resolvi compartilhar a receita aqui com vocês!

Queijo de Inhame
Ingredientes: 
- 4 rodelas médias cozidas
- 2 colheres de sopa de polvilho azedo
- 1/4 de xícara de óleo ou azeite
- 1/2 xícara de água (usei a água do cozimento)
- 1 colher de sopa de suco de limão, sal a gosto.
- 1/2 colher de chá de açafrão
- Orégano a gosto.

Modo de fazer:
Coloca todos os ingredientes no liquidificador e bate bem com o inhame ainda quente.
Vai experimentando para acertar o sal e o azedinho com o limão.
Também ajuste a quantidade de açafrão ao seu gosto.
Já está pronto para ser consumido!

Depois de passar a noite na geladeira, ele ficou com a consistência igualzinha ao queijo minas comum.

Em processo de produção
Pronto para ir para geladeira
Prontinho em uma fatia de pão!
Gostaram da receita? Já comeram algum queijo vegano?

Tata.


Continuando a postagem anterior, vou falar o que eu fiz em Foz do Iguaçu nos dois últimos dias da viagem. Vou logo adiantando que os dois últimos dias foram bem menos intensos que os dois primeiros dias. Mas foram igualmente incríveis.

DIA 3
No terceiro dia, levantamos logo cedo e fomos em direção à Itaipu Binacional.
A Itaipu Binacional é uma usina hidrelétrica pertencente ao Brasil e ao Paraguai, a qual possui o título de maior usina hidrelétrica do mundo em geração de energia limpa e renovável.

Lá existem vários passeios, como o Circuito Especial, Visita Panorâmica, Polo Astronômico, Kattamaram, Iluminação da Barragem, e Refúgio Biológico. Eu só fiz a Visita Panorâmica.

Posso dizer que foi uma mistura de sentimentos. É tudo muito incrível, toda a engenharia da usina, a gente consegue vê o quão inteligente e capaz é o ser humano. Mas ao mesmo tempo a gente pensa nos impactos ambientais que foram causados por causa da construção daquela usina. Claro, precisamos de energia e, infelizmente, nenhuma fonte de energia é completamente limpa, todas elas trazem impactos, e algumas são caras demais que se tornam inviáveis. Hoje existe uma política ambiental na Itaipu Binacional. Eles tentam preservar a fauna e a flora, lança ações de reflorestamento e promove o desenvolvimento sustentável.
Porém existem medidas para correr atrás dos prejuízos ambientais causados pela instalação de hidrelétricas, e evitar a instalação de novas hidrelétricas.
"[...] os ambientalistas defendem a bandeira da redução do consumo. Pelas contas do educador ambiental Sérgio Dialetachi, coordenador da campanha de energia do Greenpeace, daria para economizar 40% da energia produzida no país com três medidas. Primeiro, instalando turbinas mais eficientes nas usinas antigas. Segundo, modernizando as linhas de transmissão e combatendo o roubo de energia. Terceiro, retornando ao comportamento da época do racionamento, em 2001, com equipamentos e hábitos menos gastadores. Tudo isso evitaria que novas hidrelétricas precisassem ser construídas, protegendo um pouco mais nosso planeta." Fonte: Mundo Estranho

Horários: Domingo a quinta, das 8:00 às 16:30; sexta e sábado, das 8:00 às 20:00.
Entrada da Visita Panorâmica: R$ 38 por pessoa (R$ 19 para crianças, idosos brasileiros, estudantes brasileiros, professores que trabalham no Brasil, jovens do CadÚnico, doadores regulares de sangue, pessoas com deficiência).
Mais tarde fomos à Ciudad del Este, no Paraguai, e a noite ao Duty Free da Argentina.
Uma parte bastante esperada por vários, as compras!
Eu não tenho muito o que falar aqui, não fomos preparados para comprar nada. Então não tenho nenhuma dica valiosa para dar.
Porém, digo que vale a pena pesquisar o que você quer comprar antes de ir, algumas coisas tem ótimos preços, mas outras não valem tão a pena assim, principalmente por causa do preço do dólar, que é a moeda que eles usam nas lojas para definir os preços das mercadorias (mesmo você podendo pagar em reais).
Então, se você tem o objetivo de comprar bastante, reserve o dia inteiro para passar na Ciudad del Este, e várias horas para passar no Duty Free da Argentina.

DIA 4
O quarto dia foi um dia bem tranquilo, fomos apenas ao Parque das Aves.
Eu tinha uma prova depois do feriado, então queria relaxar o suficiente para não voltar cansada e acabar não me dando bem na prova, por isso optamos em não fazer nada além.
"O Parque das Aves é um centro internacionalmente reconhecido de recuperação e conservação de aves, localizado em meio à rica e exuberante Mata Atlântica, vizinho ao Parque Nacional do Iguaçu. É um passeio essencial para quem visita Foz do Iguaçu, onde você vivenciará um contato direto com mais de 1400 aves, abrangendo cerca de 150 espécies diferentes." Fonte: Parque das Aves
Gostaria de deixar bem claro que o Parque das Aves não é um zoológico. É um centro de monitoramento e conservação das espécies de aves. Eles reproduzem espécies ameaçadas de extinção, tanto que já obtiveram sucesso na reprodução de 20 espécies ameaçadas.
O parque é uma instituição privada que não recebe recursos externos, então sua atuação em conservação é financiada com os recursos gerados pelos 800 mil visitantes por ano. Apesar de muitos ativistas acharem absurdo o uso de animais para a obtenção de recursos financeiros de qualquer forma, acho válido quando esse recurso é voltado diretamente para o bem estar dos animais, tendo em vista que eles cuidam dos animais da melhor forma possível e não há nenhum tipo de abuso no local.
Acho que essa foi minha parte preferida da viagem, juntamente com o Templo Budista.

Horários: Todos os dias, das 8:30 às 17:00.
Entrada da Visita Panorâmica: R$45  por pessoa (R$ 22 para idosos e estudantes brasileiros). Crianças até 8 anos tem direito a entrada gratuita.

Faltaram algumas coisas para tornar a viagem completa, porém quem sabe numa próxima oportunidade. Ainda tenho vontade de conhecer as Cataratas do lado argentino, e voltar no lado brasileiro para conhecer com mais profundidade.
E vocês, já foram em Foz do Iguaçu? Do que gostaram?

Tata.


Na semana santa fiz uma viagem com minha família, fomos a Foz do Iguaçu - PR.
Chegamos lá na manhã do dia 29 de março e voltamos no dia 02 de abril pela tarde.
No último dia não fizemos nada, pois o check out do hotel era para ser feito ao meio dia, e também não queríamos arriscar em sair e nos atrasar para pegar o voo de volta.
Então, ao todo, nosso passeio durou 4 dias.
Essa viagem foi bem sem planejamento e meio que de surpresa, meu pai inventou isso do nada, então não esperem muita coisa haha.
Vou dividir a viagem em dois posts para poder detalhar melhor.

DIA 1
Chegamos na manhã do primeiro dia e fomos direto para o hotel. Boa parte de nossa viagem foi através de uma agência, então o translado foi feito por ela. Chegando no hotel, nos acomodamos, saímos para almoçar e depois fomos para o primeiro passeio.
Fomos à Mesquita Islâmica, o Templo Budista e o Ecomuseu de Itaipu.

Ao chegar na Mesquita Islâmica, visitamos uma doceria árabe que fica em frente à mesquita, chamada Albayan.
Os doces são bons, não são muito doces e tem gostos peculiares. Não achei muito barato, mas acho que vale a pena a experiência.
Depois de provar os doces, entramos na mesquita. As mulheres tem que ir de calça ou saia longa, e tem que colocar um véu tipo o Hijab, para cobrir a cabeça. Lá tem uma senhora que explica um pouco sobre a doutrina islâmica, é bem interessante. Não se tem muito o que ver além da sala onde as pessoas fazem suas orações e a parte externa do templo.
Horário: Segunda a sexta, das 09:00 às 11:30, 14:00 às 16:00. Sábado das 09:00 às 11:30
Entrada: Gratuita.
 
Após a visita à mesquita, fomos ao Templo Budista, de longe meu ponto favorito do dia. Nunca tinha ido a um templo budista na vida, mas aquele lugar me trouxe paz. Ele foi construído em 1996, possui várias áreas verdes para fazer momentos de reflexão, se juntar em meditação, ou qualquer coisa do tipo. Existem várias estátuas de Budas espalhadas ao redor do templo, mais de 120 estátuas. É um lugar sensacional.
Lá tem uma lojinha onde eu comprei uma imagem do Buda da Compaixão.
Horário: Terça a domingo, das 9h30 às 16h30.
Entrada: Gratuita.
Mais tarde fomos ao Ecomuseu de Itaipu. Como vocês já podem imaginar, o museu conta a história da trajetória de criação do Itaipu Binacional, através de fotografias, peças e objetos da época. Eu não achei grande coisa, talvez porque eu não me interesse por esse tipo de engenharia, mas tem quem goste.
Horário: Terça a domingo, das 8h00 às 17h00.
Entrada: R$ 14 por pessoa (R$ 7 para crianças, idosos brasileiros, estudantes brasileiros, professores que trabalham no Brasil, jovens do CadÚnico, doadores regulares de sangue, pessoas com deficiência).
Após a visitação desses três lugares, voltamos ao hotel apenas para tomar um banho e depois fomos ao Marco das Três Fronteiras observar o pôr do Sol. Esse marco é o ponto de encontro dos três países, Brasil, Paraguai e Argentina. Lá está localizado um obelisco que foi fixado no centro da Praça das Três Fronteiras a mais de 100 anos. Existem apresentações de dança durante a noite, representando a cultura dos três países, é bem bonito. Também tem um restaurante e alguns carrinhos de comida. Particularmente, achei tudo bem caro lá, então nem jantei, só lanchei mesmo. Ficamos lá até as 22h e depois voltamos ao hotel.
É um lugar que vale a pena visitar.
Horário: Todos os dias, das 14h00 às 23h00.
Entrada: R$ 23,60 por pessoa (R$ 12,60 para crianças, idosos, estudantes, professores do estado do Paraná).

DIA 2
O dia começou com o passeio mais esperado, Cataratas do Iguaçu - lado brasileiro. Não sei se vocês sabem, mas as cataratas se localizam parte no Brasil e parte na Argentina. O lado argentino é bem maior e mais bonito, mas eu não tive a oportunidade de conhecer por falta de planejamento.
Bem, saímos do hotel por volta das 7h40, e quando chegamos lá já tinha uma fila imensa para comprar ingresso. Porém, dá pra comprar por uma maquininha de cartão, o que já te poupa horas de espera. Lá tem o ônibus do próprio parque, mas como a gente foi por agência de turismo, fomos transportados pelo ônibus.
A primeira parada foi o Macuco Safari, um passeio de barco que dura 20 minutos e que chega bem próximo às cataratas que custa rios de dinheiro, cerca de R$ 215, não me lembro exatamente, e a meia entrada só vale para crianças e idosos.
Primeiro, entramos em um carrinho elétrico e vamos em direção a uma trilha com o acompanhamento de um guia, que vai falando sobre a diversidade daquele local, da sua fauna e flora. Podemos seguir direto para o passeio de barco ou seguimos a pé por uma trilha bem bonitinha.
Depois vamos em direção ao barco, onde você pode escolher a opção seca ou a opção molhada. Fizemos a besteira de escolher a opção seca, não queríamos pagar um locker de 10 reais para guardar nossas coisas e nem passar o resto do dia encharcados. Não foi ruim, mas o problema é que depois deu uma chuva tão forte que nem valeu a pena ter nos poupado no passeio do macuco.
Se você não quiser levar sua câmera, eles tiram fotos com uma GoPro, mas é caríssimo, nem perguntei o preço pois levei minha GoPro.
A segunda parada foi a Trilha das Cataratas.
Gente, tivemos um azar danado. Primeiro, disseram que a caminhada era longa, mas na verdade ela era bem curta, o que fez a gente se adiantar. Começou a chover loucamente, e a gente se molhou todo, quase não vimos as cataratas por causa da chuva intensa. Durante a caminhada existem vários mirantes, e muitos animais da região andando livremente por lá, uma gracinha.
Quando a caminhada termina você chega na passarela que dá acesso à Garganta do Diabo. Outra besteira minha foi não ter ido nessa passarela, que é considerada a maior parte do passeio. Como eu disse, estava chovendo, frio, e eu estava me sentindo bastante desconfortável, então eu estava sem clima para ir ver as cataratas da passarela.

Existem outros passeios que não deu tempo de fazer, como o Passeio das Bananeiras e a Trilha do Poço Preto. Então eu aconselho a ir com bastante tempo e passar o dia todo lá.

Eu gostei muito do Parque Nacional do Iguaçu, mas achei tudo bem caro, preços bem abusivos, uma máquina de fazer dinheiro. Se você puder, acho que vale a pena gastar sim, mas eu não achei os preços justos.
Horário: Segunda a sexta, das 08:30 às 12:00, 13:30 às 17:30. Sábado das 08:30 às 12:00.
Entrada: R$ 37,60 para brasileiros (R$ 10 para crianças e idosos). Moradores de outros países do Mercosul pagam R$ 50,60 e de outros países, R$ 63,60. Moradores da região pagam R$ 12 (R$ 7 para crianças de 2 a 11 anos e idosos).

Mais tarde fomos ao Complexo Dreamland, onde fica localizado o Museu de Cera, Vale dos Dinossauros, Maravilhas do Mundo e o Dreams Ice Bar. Fomos apenas ao Maravilhas do Mundo e ao Icebar, pois já tínhamos ido ao Museu de Cera em Gramado, e é bem semelhante, e disseram que o Vale dos Dinossauros é bem infantil, então preferimos poupar dinheiro.
O Dreams Ice Bar é um bar de gelo, que foi inaugurado em dezembro de 2017, onde tudo lá dentro é feito de gelo, e a temperatura pode chegar a -11°C. Você pode permanecer lá dentro por até 30 minutos e é open bar. Eu gostei bastante, mas não passei mais de 10 minutos lá dentro. O passeio foi depois das cataratas e as nossas roupas ainda estava encharcadas, então a sensação térmica era muito pior, não aguentamos muito.
Maravilhas do Mundo é um museu bem legal, possui várias miniaturas de monumentos de diversas partes do  mundo, como a Torre Eiffel, o Cristo Redentor, e o Taj Mahal.

Horário: Todos os dias, das 08:00 às 18:00
Entrada: R$ 50 por pessoa para cada atração (R$ 25 para crianças, idosos estudantes, e professores)  porém existem descontos caso você compre o ingresso para mais de uma atração.

E assim terminou nosso segundo dia.

Tata.