Gosto muito de falar, tanto na vida quanto no blog, sobre temas diversos e atuais os quais acho importantes no cotidiano dos jovens e adultos de hoje. Pensando nisso, resolvi criar uma nova "tag" aqui no blog chamada "Tá falando sério?".
Essa tag consiste em, na última postagem do mês, falar sobre algum tema atual, algumas vezes polêmico, como autoaceitação, preconceito, racismo, feminismo e temas relacionados.
Vou explicar um pouco sobre do que se trata o tema e mostrar minha visão sobre ele.

O primeiro tema é a autoaceitação.

O que é?
A autoaceitação é ter a consciência do que você realmente é, do seu jeito de ser, sua personalidade e suas  características, e aceitar-se dessa forma.

Muitas pessoas pensam que essa autoaceitação tem a ver com o ato de resignar-se, ou seja, conformar-se. Mas não é bem assim.

Um exemplo bem prático de autoaceitação: eu tenho uma testa relativamente grande. Sempre tive problemas em aceitar o tamanho da minha testa e já ouvi piadas de outras pessoas em relação à ela. Usava franja para esconder e não tinha liberdade de usar o cabelo da forma que eu me sentia melhor.
Porém, quando entendi que o tamanho da minha testa era apenas uma característica minha e não existia nada de errado nisso, minha autoestima melhorou muito, tenho mais liberdade em usar meu cabelo da forma que tenho vontade, e a opinião dos outros já não tem tanta importância. Me sinto livre e feliz.

Fazer uma autocrítica é muito importante quando se trata de autoaceitação. Saber nossos defeitos e qualidades, e saber que podemos sempre melhorar é uma ótima forma de trabalhar a nossa autoestima e nos aceitarmos.

Não devemos nos comparar a ninguém, cada pessoa possui características diferentes, e todos nós somos perfeitamente imperfeitos. Não somos melhores nem piores que ninguém, apenas possuímos peculiaridades distintas.

Autoaceitação é algo que deve ser praticado e incentivado. Não é fácil, mas é possível.

E você? Já se autoavaliou? Acha que deve praticar a autoaceitação?
Eu tenho muito o que praticar!

Tata.





Tem muita gente que fica julgando pessoas vegetarianas quando elas cozinham ou comem comidas que parecem com carnes em geral, como por exemplo a proteína de soja que parece carne moída, hambúrguer vegetariano, almondega vegetariana, queijo vegano, ou qualquer coisa do tipo.

Foto: vegan foody
Muitas perguntas e afirmações são feitas pelos não-vegetarianos.
"Por que vocês ficam comendo comidas semelhantes à carne se vocês não gostam de carne?"
"Se é vegetariano, tem que comer só verdura!"
"Se for pra comer algo parecido com carne, come logo a carne"
"Vegetariano gosta de carne?"

Venho esclarecer algumas coisas para vocês, não-vegetarianos.
A escolha de não comer carne vai muito mais além de gostar ou não de carne. Muitas das vezes, não tem nada a ver com o sabor, e sim com outras questões.
Não é que o vegetariano não goste de carne, a verdade é que carne tem um sabor muito bom, e nós sabemos disso. Mas o peso que vem com o fato de um animal ter morrido só para te dar a satisfação de saborear um pedaço de carne por alguns minutos, é muito maior do que qualquer prazer momentâneo.

Existe sim o prazer em comer carne.
Eu adorava comer uma coxinha de frango, coração de galinha, camarão empanado.
Mas o sofrimento que existe por traz daquele pedaço de carne é imenso. Animais são criados em situações deploráveis, mortos a sangue frio, para te servir de alimento de forma desnecessária (sim, desnecessária, pois frutas, legumes e verduras possuem os nutrientes necessários para nos manter saudáveis e ativos).
Então não é por não gostar, mas por causa da dor e por amor ao próximo, que os vegetarianos não comem carne.

Diminuir nosso ego a ponto de ter compaixão pelos animais, não enxergando-os como seres inferiores, e sim como formas de vida que merecem uma chance de viver, pode não ser fácil, mas é maravilhoso!

Tata.